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Fato de esquerdistas serem casados os torna incapazes de entender o fenômeno das pessoas solitárias

Coincidência ou não, quase todas as personalidades que se assumem de esquerda são casadas. A relativa estabilidade afetiva, resultante de uma provável facilidade nos relacionamentos pessoais os prende em uma espécie de bolha que os torna incapazes de entender a situação de pessoas que possuem dificuldades para arrumar uma companhia para a vida toda.

Uma coisa que começa a assustar os esquerdistas é o fenômeno conhecido como "Celibatários Involuntários". Apesar desse nome ter sido dado para si mesmos por um grupo de fascistas que escolheram (involuntários?) viver sozinhos, ele representa um verdadeiro preconceito para as pessoas solitárias de personalidade altruísta que não se enquadram no perfil fascista comumente associado ao rótulo.

A humanidade é complexa e levou esta complexidade para as relações humanas. Na tentativa de corrigir isso, a sociedade criou regras, que nem sempre favorecem todas as pessoas envolvidas. Quem não se adapta as regras acaba perdendo e não pode ter as condições de obter benefícios que a vida social oferece exclusivamente a quem cumpre de forma quase plena o que a sociedade exige.

As esquerdas brasileiras são conservadoras, pois decidiram não abrir mão de certas tradições sociais. Entre estas tradições está a de se casar e formar famílias. O amor livre defendido pelas esquerdas estrangeiras nos anos 60 foi jogado no lixo. Legal mesmo é cumprir o que as religiões impõem e deixar Papai do Céu bem contente.

Claro que todos deveriam ter cada um a sua "metade da laranja". Mas há quem recuse ficar com laranjas podres e por isso acabam tendo que ficar sozinhos. Sozinhos, acabam discriminados por uma sociedade que considera solitários os perdedores na luta pelo sucesso afetivo. Ponto de vista que infelizmente é corroborado pelas esquerdas brasileiras, muito bem estabilizadas em sólidos relacionamentos.

Esta estabilidade afetiva e a consequente incompreensão do que é ter dificuldades de conquista (quem só conhece o sucesso não compreende o fracasso alheio) tem causado não apenas um preconceito contra solitários, tratados como se fossem ignorantes sádicos, como tem dificultado ainda mais as chances de solitários crônicos de saírem de sua desagradável situação.

Homens solitários já viram as suas chances de sucesso desbarem com as campanhas anti-assédio, apoiadas pelas esquerdas. Campanhas que costumam ser utilizadas levianamente por mulheres como filtro para atrair somente os homens que correspondem a certos padrões de aparência, comportamento e nível social. 

Com o fenômeno dos Incels (Celibatários Involuntários) a coisa piorou ainda mais. E nem adiantou criar o PTinder, pois quem utilizou o aplicativo sabe que se na orientação política o aplicativo é progressista, nas regras sociais há muito conservadorismo. Por exemplo, quem quer fugir de bares é melhor fugir do PTinder, pois só há espaço para bebuns. Velhos costumes que segundo as esquerdas, nunca devem ser descartados.

O ideal seria que os costumes sociais mudassem para que as relações humanas pudessem ser mais democráticas. Paqueras em lugares diferentes, como bibliotecas, jardins floridos e viagens de ônibus seriam uma ótima forma de fazer pessoas diferentes aumentarem suas chances de realizar a sua vida afetiva.

Mas as esquerdas preferem ofender os solitários, acusando-os de fascistas. É muito mais fácil do que descartar tradições antigas pra lá de confortáveis e decidir mudar a sociedade. Até porque as esquerdas brasileiras são acima de tudo brasileiras. E brasileiro é um povo bastante conservador. Quem teria a coragem de provar o contrário?

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