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Mulheres eliminaram a Presunção de Inocência antes da política, na hora de escolher namorados

Sabemos que estamos em um golpe político e que uma das crueldades foi o Poder Judiciário desobedecer pontos importantes da Constituição Federal do Brasil, principalmente a Presunção de Inocência, que diz que todo cidadão é inocente até prova ao contrário. Em um Estado de Exceção criado pelo golpe, ocorre o oposto: se uma autoridade ver culpa em alguém, esta terá que provar a sua inocência, prova que poderá ser aceita ou não de acordo com o interesse da autoridade.

Mas as mulheres há muito eliminaram a Presunção de Inocência na escolha de namorados. Por isso que as mulheres são tão exigentes e cheias de frescuras, impondo regras cada vez mais cabeludas e situações mais do que específicas para os homens tentarem conquistá-las. Não é qualquer lugar ou situação em que os homens podem abordar as mulheres.

Além de estipular lugares exclusivos para paqueras como bares, boates e casas noturnas, as mulheres dão preferência a paqueras com a presença de um número considerável de pessoas, como grupos fixos de amigos (com mais de um homem no grupo) ou boates lotadas, sem o romantismo do encontro a sós, apenas entre os pretendentes.

Ou seja, os mais românticos que gostam do encontro a dois terão que se virar com um festival de seguradores de vela no início da conquista. Isso é péssimo para homens sem grandes grupos fixos de amigos ou que detestariam competir com os homens presentes dentro de um grupo social, com medo da concorrência avantajada. 

Por exemplo, um cara baixo e tímido ten grandes chances de se ferrar se no grupo social, todos os homens forem mais altos e extrovertidos, sabendo que são qualidades que as mulheres admiram muito em um homem, mais do que o caráter (este um item desejável, mas supérfluo). Não seria melhor a paquera se der sem a presença de tanta gente conhecida junto?

Burocracia na Paquera

A justificativa para tanta burocracia na paquera é a que as mulheres desconfiam de todos os homens desconhecidos e estas medidas ajudam a bloquear o assédio de homens que possam ser "estupradores em potencial". Mulheres costumam ser menos racionais (embora possam ser MAIS racionais) do que os homens e não aprenderam a identificar traços de personalidade em desconhecidos, preferindo apelar para o preconceito e impor obstáculos ao processo de conquista.

Esta ideia de que "todos os homens são estupradores em potencial" (presunção de culpa) faz com que as regras de conquista sejam mais rígidas, exigindo lugares apropriados e a presença de uma turma de amigos para "proteger" as mulheres, numa hipótese nem sempre real de haver um pretendente mal intencionado. Não raramente os verdadeiros mal-intencionados são os que parecem mais confiáveis.

Há homens que gostam da dificuldade na conquista, mas são normalmente estes os possíveis estupradores pois enxergam a conquista como uma brincadeira ou oportunidade de obter sexo. Mas como homens deste tipo também correspondem ao estereótipo do provedor, as mulheres acabam levando gato por lebre recusando um cavalheiro para se casar com um cafajeste. E cafajestes costumam ser bem extrovertidos, falantes e alegres. Cuidado!

Isso é que dá a presunção de culpa na escolha de namorados. Que tal mudar critérios de escolha e as regras de paquera? Temos que mudar aquilo que está fracassando.

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