Pular para o conteúdo principal

Homens querem mulheres inteligentes e de personalidade

Novidade nas regras sociais! Tombou de vez aquela crença antiga de que os homens preferiam as mulheres burras e submissas. Homem agora só quer saber de mulheres inteligentes, com classe, personalidade decidida e... acima de tudo passe longe de coisas bregas e recuse atitudes vulgares ou cafonas.

O que é mais estranho é que este tipo de mulher, tem numa personalidade autônoma, não-submissa e que não precisaria estar casada para viver normalmente, podendo muito bem viver sem homens. Do contrário que as mulheres que sobram hoje em dia, que claramente que necessitam de um bom cabresto a guiar, por estarem sozinhas, acabam falando besteira e cometendo muitas gafes, já que a sua personalidade frouxa depende de uma decisão masculina para chegar ao equilíbrio.

Mas os homens cansaram de sofrer pelas gafes das mulheres jecas, burras e vulgares e da ingenuidade das "donas de casa por vocação", que se recusam a ter uma vida movimentada, se limitando a tarefas domésticas e eventos religiosos ou que acabem em pieguice. Os homens hoje querem mulheres com vida movimentada, que tragam novidades, novas ideias e que não dependam deles para pensar. Mulheres que gostem de conversar bastante (não confundam com tagarelice) sobre assuntos interessantes, com inteligência e autonomia, são bastante desejadas e se casam com rapidez no mundo de hoje. 

A crença de que as mulheres mais inteligentes, de escolaridade alta e vida profissional consagrada eram condenadas à solidão se transformou num mito falso, numa lenda tão fictícia quanto qualquer conto de fadas.  Nenhum homem de classe é tolo e na hora de escolher as mulheres vão direto nas melhores, mesmo que não faça questão das melhores. Sabe que a aprovação social será maior se estiver na companhia de uma mulher com personalidade. Mulheres que possam dizer algo em eventos sociais, mostrando brilho próprio, são cada vez mais valorizadas. As submissas caladas não despertam atenção - a não ser em gafes - e se não são criticadas, são obrigadas a na melhor das hipóteses, encarar o desprezo do grupo social.

A atriz Natalie Portman, que é casada oficialmente há anos, é o novo padrão de beleza e personalidade feminina que os homens de hoje buscam. Além da inquestionável perfeição estética, com suas medidas equilibradas, Portman se caracteriza por uma personalidade ao mesmo tempo forte e discreta, com inteligência, simpatia, inteligência, bom gosto cultural (coisa rara entre as mulheres - principalmente no Brasil, onde 95% das mulheres no país todo são chegadas a uma breguice), consciência política e social e uma delicadeza típica das princesas de contos de fada. Portman é uma princesa moderna e padrão absoluto de mulheres desejada. Até por isso mesmo ela é aclamada como a nova Audrey Hepburn, adaptada ao contexto do mundo atual, com direito a uma leve semelhança facial.

E é isso. A nova mulher-padrão se casou ontem, provando que os tempos mudaram, pelo menos neste aspecto. Para as mulheres burras e/ou vulgares que cresceram acreditando que bastava ser bonita e gostosa para conquistar os homens, tem agora que amargar uma solidão crônica, já que nem homens broncos como jogadores de futebol e lutadores de MMA querem saber delas, restando apenas galãs de reality-show ou homens de profissões menos prestigiadas, com capacidade de discernimento atrofiada, para namorar com mulheres vazias.

Enquanto os homens inteligentes e de classe que sonham com alguém como Natalie Portman tem que ficar igualmente na solidão, já que as que sobram não correspondem ao perfil desejado. Pois como diz a sabedoria popular, "melhor sozinho que mal acompanhado". A solidão nem sempre é nociva. Incomoda, mas não tanto quanto as mulheres que não se encaixam em meu perfil.

Ainda bem que as minhas mãos estão inteiras e sadias. Tem horas que é necessário recorrer a elas. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O que significa Sugar Daddy?

Muito se fala em "Sugar Daddy", o "Papai Açúcar". Mas realmente o que significa este termo e como atua este tipo de pessoa? Sugar Daddy é uma forma estranha de relacionamento entre um homem muito idoso e uma mulher muito jovem. É algo meio secreto, quase ilegal, socialmente reprovável, que não pode ser assumido publicamente. Consiste no seguinte: um homem idoso, geralmente muito rico ou financeiramente estabilizado, paga uma jovem mulher (Sugar Baby), esta necessitando de alguma ajuda financeira ou impulso para a vida profissional.  Normalmente, a relação da Sugar Babby com o seu Sugar Daddy é distanciada, não somente pela falta de afinidade óbvia entre ambos, mas pelo relacionamento ser uma farsa, na verdade um acordo profissional em que um paga e outro recebe. Como em qualquer acordo selado por contrato (neste caso, a certidão de casamento). A Sugar Baby pode ter a sua vida normal sozinha, até tendo namorados, que não podem ser publicamente assumidos, curtindo a s...

Mulher só quer protetor/provedor. O resto não interessa

Enquanto os homens vão caminhando para a frente na evolução intelectual/sentimental, as mulheres vão na contramão e estão dispostas a retornarem aos velhos tempos do puro instinto primitivo, abrindo mão de raciocínio e do sentimento na escolha de seus parceiros. Visitando vários sites na internet, entende-se o comportamento apático que as mulheres resolveram assumir nos últimos tempos, num total desamor e aumento das exigências, muitas vezes inúteis. Para elas, não interessa mais o homem-companheiro. Agora elas querem cada vez mais o provedor/protetor, igualzinho a maioria das espécies animais. Eu disse maioria? Sim, meus caros amigos. Há espécies de animais, sobretudo entre algumas aves e peixes, em que as fêmeas não se limitam a escolher o trouxa que vai pagar pelas inúteis joias e protegê-las de perigos fictícios. Uma vergonha para a espécia humana. O interessante que ao mesmo tempo que elas são excessivamente exigentes nos aspectos relacionados com o macho provedor/pro...

Estatísticas omitem que maioria feminina só ocorre na faixa acima dos 65 anos

Há um mito consagrado na opinião pública de que as mulheres são maioria. Isso satisfaz o machismo  pois a teoria trata as mulheres como objetos e como tais, devem existir em abundância, como mercadorias a disposição da freguesia masculina.  Mas isso é mero mito e mesmo que os dados sejam reais, um aspecto importante é omito das estatísticas: o de que a maioria feminina só se encontra na faixa etária acima dos 65 anos, consagrada pela sociedade como uma faixa tradicionalmente descartada para a vida afetiva. Nas outras faixas, é nítida a maioria masculina, o que justifica o fato da maioria esmagadora das mulheres estar comprometida. Entre os 25 e 65 anos, é praticamente impossível um homem encontrar uma mulher solteira e disposta a se relacionar com alguém. O excesso de homens facilita o excesso de relacionamentos estáveis e de matrimônios.  O excesso feminino na faixa acima dos 65 anos se justifica pelo fato da maioria dos homens morrerem nesta faixa etária ...