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Porque homens não querem admitir uniões por interesse?

Muitos homens, sobretudo aqueles que só conhecem o sucesso nas conquistas de  mulheres, não gostam de admitir que sua namorada/noiva/esposa tenha se unido a ele por interesse. Costumam se irritar com o assunto e até acham o absurdo existir mulher interesseira. Porque eles pensam dessa maneira.

Só para esclarecer: a maioria das mulheres é realmente interesseira (há exceções, sobretudo nas mulheres menos atraentes). Transformaram em obrigação aquilo que em um passado muito remoto era considerado uma gentileza (mal costume?). E a emancipação feminina não mudou nada disso. Apenas as mulheres decidiram entrar no mercado de trabalho para escapar das "humilhantes" tarefas de dona-de-casa. E também porque se elas pagam as obrigações com o próprio bolso, deixam para o "maridão" os seus caprichos mais fúteis. todos sabem que mulher adora gastar dinheiro com inutilidades para ficar "mais bonita".

O interesse muitas vezes pode não ser só financeiro. Um cargo privilegiado, proteção, acessos a lugares restritos, entre outros objetivos pessoais. Há também casos de estrangeiras que se casam com brasileiros para obterem benefícios na lei. Convém lembrar que nossas leis favorecem qualquer um que se casa.

Mulheres excessivamente atraentes, bem sucedidas afetivamente, costumam ser interesseiras porque arrumar homem para elas se tornou "algo fácil" e essa facilidade criou uma rotina que se tornou tediosa para elas (até porque quem consegue conquistar mulheres como essas, tem a mesma personalidade e mesmos interesses que qualquer machista). Aí as mulheres resolvem "unir o útil ao agradável" e passam a exigir o sucesso financeiro do pretendente.

Voltando a esses homens que, por sorte, acabam conquistando as mulheres mais belas, não assumirem que as mesmas são interesseiras, a hipótese que tenho é que isso poderá acabar com a fama de "bons conquistadores" desses caras. Todos sabem que a capacidade ou não de conquistar uma mulher é ponto fraco e o que mais nivela a auto-estima de qualquer homem (eu que o diga, argh!).

Ninguém quer ficar com fama de mau conquistador. Se um cara "conquista" a mulher por meio de dinheiro, passa a ideia de que não tem a capacidade de conquistar por "meios naturais", por qualidades pessoais ou pelo próprio esforço. Como se o cara não tivesse valor. Como se o valor masculino que não tem tivesse sido transferido para o sucesso profissional ou para os bens que possui. O felizardo, com isso, acaba sendo considerado um "conquistador fracassado".

Vamos parar de ilusão. O amor está fora de moda (mas o seu nome foi transferido para outros tipos de sentimento, como sexo, confiança, afinidade no lazer, etc). O amor, força altruísta, só voltará numa sociedade evoluída, como a do planeta de regeneração. Atualmente, a maioria se une ou por interesse ou por confiança.

O amor é um sentimento nobre demais para estar no coração de qualquer um. Não é palavra para definir aqueles amassos ocos que costumam acontecer em festas de axé-music. "Amor de Julieta e Romeu, igualzinho o meu e o seu"? É ruim, hein?

Tudo é como naquela canção do Caetano: "é tudo somente sexo e amizade".

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