Pular para o conteúdo principal

Provas de que a beleza é atributo dispensável nos homens


Vamos combinar um fato: quem foi feito para ser bonita é a mulher, não o homem. Embora muitos falem em homens bonitos, a o que se observa é que muitas vezes o conceito de beleza para o homem difere do conceito de beleza para a mulher. 

De qualquer forma, vamos listar uma série de situações que comprovam que a beleza masculina é um atributo mesmo desejável, mas totalmente supérfluo não apenas para as mulheres, mas para a sociedade em geral.

- A função social do homem é proteger e sustentar, não ser objeto de admiração visual como um quadro ou estátua de museu.

- O próprio fato da maioria das mulheres serem interesseiras é uma boa observação sobre isso.

- Homens jovens, no auge da beleza, costumam ser esnobados por causa da "imaturidade".

- Isso justifica o fato dos homens idosos ainda conseguirem atrair mulheres.

- Nas cerimônias de casamento, ninguém presta atenção no noivo, um acessório tão ou menos importante que os candelabros e ornamentos da igreja.

- Pega-se um homem pavoroso, dá-se um banho e veste com uma roupa elegante, e ele passa a ser considerado um homem bonito. Faz um mesmo com uma mulher pavorosa e ela continuará sendo uma mulher pavorosa, só que limpinha e elegante.

- Vários dos maiores galãs da TV ou cinema não são bonitos. Seduzem muito mais pela postura do que pelos traços. Em compensação, homens realmente bonitos são desprezados na função de galã.

- A sociedade admira as mulheres pela beleza natural e os homens pela beleza artificial.

- Mesmo assim, quando os homens fazem plástica, ninguém comenta, sequer criticam. Já quanto as mulheres...

- Concursos de beleza masculinos valorizam mais o porte físico que a beleza facial, este um atributo dispensado. Até porque para a sociedade, beleza masculina é porte físico, não rostinho lindo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O que significa Sugar Daddy?

Muito se fala em "Sugar Daddy", o "Papai Açúcar". Mas realmente o que significa este termo e como atua este tipo de pessoa? Sugar Daddy é uma forma estranha de relacionamento entre um homem muito idoso e uma mulher muito jovem. É algo meio secreto, quase ilegal, socialmente reprovável, que não pode ser assumido publicamente. Consiste no seguinte: um homem idoso, geralmente muito rico ou financeiramente estabilizado, paga uma jovem mulher (Sugar Baby), esta necessitando de alguma ajuda financeira ou impulso para a vida profissional.  Normalmente, a relação da Sugar Babby com o seu Sugar Daddy é distanciada, não somente pela falta de afinidade óbvia entre ambos, mas pelo relacionamento ser uma farsa, na verdade um acordo profissional em que um paga e outro recebe. Como em qualquer acordo selado por contrato (neste caso, a certidão de casamento). A Sugar Baby pode ter a sua vida normal sozinha, até tendo namorados, que não podem ser publicamente assumidos, curtindo a s...

Mulher só quer protetor/provedor. O resto não interessa

Enquanto os homens vão caminhando para a frente na evolução intelectual/sentimental, as mulheres vão na contramão e estão dispostas a retornarem aos velhos tempos do puro instinto primitivo, abrindo mão de raciocínio e do sentimento na escolha de seus parceiros. Visitando vários sites na internet, entende-se o comportamento apático que as mulheres resolveram assumir nos últimos tempos, num total desamor e aumento das exigências, muitas vezes inúteis. Para elas, não interessa mais o homem-companheiro. Agora elas querem cada vez mais o provedor/protetor, igualzinho a maioria das espécies animais. Eu disse maioria? Sim, meus caros amigos. Há espécies de animais, sobretudo entre algumas aves e peixes, em que as fêmeas não se limitam a escolher o trouxa que vai pagar pelas inúteis joias e protegê-las de perigos fictícios. Uma vergonha para a espécia humana. O interessante que ao mesmo tempo que elas são excessivamente exigentes nos aspectos relacionados com o macho provedor/pro...

Estatísticas omitem que maioria feminina só ocorre na faixa acima dos 65 anos

Há um mito consagrado na opinião pública de que as mulheres são maioria. Isso satisfaz o machismo  pois a teoria trata as mulheres como objetos e como tais, devem existir em abundância, como mercadorias a disposição da freguesia masculina.  Mas isso é mero mito e mesmo que os dados sejam reais, um aspecto importante é omito das estatísticas: o de que a maioria feminina só se encontra na faixa etária acima dos 65 anos, consagrada pela sociedade como uma faixa tradicionalmente descartada para a vida afetiva. Nas outras faixas, é nítida a maioria masculina, o que justifica o fato da maioria esmagadora das mulheres estar comprometida. Entre os 25 e 65 anos, é praticamente impossível um homem encontrar uma mulher solteira e disposta a se relacionar com alguém. O excesso de homens facilita o excesso de relacionamentos estáveis e de matrimônios.  O excesso feminino na faixa acima dos 65 anos se justifica pelo fato da maioria dos homens morrerem nesta faixa etária ...