Pular para o conteúdo principal

Latinas são interesseiras por motivos culturais

Despindo de qualquer moralismo, vamos reconhecer: é fato frequente que mulheres latinas são programadas para serem interesseiras, para se casarem com homens para obter proteção e sustento e não para ter um companheiro de cotidiano. E isso é bastante cultural para as latinas, incluindo as brasileiras.

Latinas não casam nem por amor, nem por afinidade. Nem mesmo fazem questão do convívio com os seus maridos, já que a maior parte do tempo passam longe deles - e há culturalmente um nojo do chamado "casal grude", que permanece junto o tempo todo. O que as mulheres querem é o vínculo, tanto para mostrar aos amigos que são amadas, quanto para obter favorecimentos financeiros de acordo com a lei.

O amor é coisa de sociedade economicamente mais resolvidas. É fato de que quanto menos estabilizado economicamente for o lugar, mais interesseiras são as mulheres desse lugar. Para estas, amor e companheirismo são coisas de mulher submissa, otária, sem amor próprio. Até porque, em tempos de empoderamento feminino, arrancar grana dos homens é bom meio de vingança contra o machismo.

Homens latinos são educados para proteger e sustentar e por isso tem uma personalidade durona. Mas homens de outros países devem aprender a agir assim quando desejarem se unir a uma mulher latina, pois é com este tipo de homem, sucedido e dominador, que elas pretendem se casar.

Por isso que homens meigos e de situação econômica não-estabilizada costumam ter dificuldades de conquista em países latinos como Brasil, América Latina, Espanha e Itália. Nestas localidades, o dominador bem sucedido profissionalmente é bem sucedido afetivamente, pois possui as qualidades exigidas pelas mulheres interesseiras.

E não pensem que as mulheres que trabalham deixam de ser interesseiras. Longe disso! Quem é esperto sabe que quanto mais dinheiro entrar na sua conta bancária, melhor. Uma mulher que ganha seu salário, obviamente não vai recusar ser sustentada pelo marido rico. Pois além do salário dela, é mais dinheiro entrando para ser gasto nos interesses da própria mulher.

Não que isso não aconteça em países não-latinos. Acontece muito, pois o desejo de ser protegida e sustentada faz parte do instinto feminino. Mas países germânicos, por exemplo, não culturalizam este costume, deixando espaço para as mulheres que ainda valorizam o afeto.

Já entre as latinas, isso é bem cultural e você, meu amigo, se quer ter um relacionamento estável com alguma latina, incluindo brasileiras, priorize a sua vida profissional e arrume uma boa fonte estável de renda, com um valor considerável. A latina vai exigir que você dê alguma grana para ela, mesmo que ela tenha a sua própria fonte de renda. 

Pois aqui embaixo, homem não foi feito para amar e sim feito para proteger e sustentar.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O que significa Sugar Daddy?

Muito se fala em "Sugar Daddy", o "Papai Açúcar". Mas realmente o que significa este termo e como atua este tipo de pessoa? Sugar Daddy é uma forma estranha de relacionamento entre um homem muito idoso e uma mulher muito jovem. É algo meio secreto, quase ilegal, socialmente reprovável, que não pode ser assumido publicamente. Consiste no seguinte: um homem idoso, geralmente muito rico ou financeiramente estabilizado, paga uma jovem mulher (Sugar Baby), esta necessitando de alguma ajuda financeira ou impulso para a vida profissional.  Normalmente, a relação da Sugar Babby com o seu Sugar Daddy é distanciada, não somente pela falta de afinidade óbvia entre ambos, mas pelo relacionamento ser uma farsa, na verdade um acordo profissional em que um paga e outro recebe. Como em qualquer acordo selado por contrato (neste caso, a certidão de casamento). A Sugar Baby pode ter a sua vida normal sozinha, até tendo namorados, que não podem ser publicamente assumidos, curtindo a s...

Mulher só quer protetor/provedor. O resto não interessa

Enquanto os homens vão caminhando para a frente na evolução intelectual/sentimental, as mulheres vão na contramão e estão dispostas a retornarem aos velhos tempos do puro instinto primitivo, abrindo mão de raciocínio e do sentimento na escolha de seus parceiros. Visitando vários sites na internet, entende-se o comportamento apático que as mulheres resolveram assumir nos últimos tempos, num total desamor e aumento das exigências, muitas vezes inúteis. Para elas, não interessa mais o homem-companheiro. Agora elas querem cada vez mais o provedor/protetor, igualzinho a maioria das espécies animais. Eu disse maioria? Sim, meus caros amigos. Há espécies de animais, sobretudo entre algumas aves e peixes, em que as fêmeas não se limitam a escolher o trouxa que vai pagar pelas inúteis joias e protegê-las de perigos fictícios. Uma vergonha para a espécia humana. O interessante que ao mesmo tempo que elas são excessivamente exigentes nos aspectos relacionados com o macho provedor/pro...

Estatísticas omitem que maioria feminina só ocorre na faixa acima dos 65 anos

Há um mito consagrado na opinião pública de que as mulheres são maioria. Isso satisfaz o machismo  pois a teoria trata as mulheres como objetos e como tais, devem existir em abundância, como mercadorias a disposição da freguesia masculina.  Mas isso é mero mito e mesmo que os dados sejam reais, um aspecto importante é omito das estatísticas: o de que a maioria feminina só se encontra na faixa etária acima dos 65 anos, consagrada pela sociedade como uma faixa tradicionalmente descartada para a vida afetiva. Nas outras faixas, é nítida a maioria masculina, o que justifica o fato da maioria esmagadora das mulheres estar comprometida. Entre os 25 e 65 anos, é praticamente impossível um homem encontrar uma mulher solteira e disposta a se relacionar com alguém. O excesso de homens facilita o excesso de relacionamentos estáveis e de matrimônios.  O excesso feminino na faixa acima dos 65 anos se justifica pelo fato da maioria dos homens morrerem nesta faixa etária ...