Pular para o conteúdo principal

Porque a maioria das pessoas adora casais sem afinidade?

Para muitos, por incrível que pareça, a união entre pessoas totalmente diferentes exerce um fascínio muito grande. Para eles, casais sem afinidade soa mais romântico por representar - subjetivamente, claro - a vitória do amor, este considerado como algo sublime, mesmo sendo abstrato.

A humanidade em geral, gosta muito de coisas abstratas por representarem "coisas do espírito". Coisas espirituais sempre soaram mais nobres do que coisas materiais e o amor sendo algo que supostamente vem do espírito é também algo superior.

A união de casais sem afinidade aparenta uma vitória do amor. Como se este sentimento nobre fosse capaz de unir pessoas que discordam entre si em quase tudo. O que é estranho é que casais sem afinidade pela lógica, tendem a viver afastados uns dos outros, cada um ocupado com seu interesse ou objetivo. 

Como celebrar a união de pessoas que viverão a maior parte do tempo separadas a não ser que um deles ceda e sofra um pouquinho para agradar ao outro? Somente sendo infantil e excessivamente piegas. 

Sabe-se que quem adora casais diferentes por causa do "amor" pensa do mesmo modo que religioso, astrólogos e ufólogos. Ou seja, enxergam naturalidade no absurdo e não se importam em travar o cérebro de vez em quando, pensando se possível abrir mão da lógica em certos momentos. São pessoas que gostariam de dar férias ao cérebro e "pensar" mais com o coração.

Tolice. A afinidade é um dos fatores que garantem o sucesso de qualquer tipo de relacionamento e abrir mão dela é correr risco de graves discordâncias que podem acabar em agressividade, violência e não raramente em morte.

É indispensável escolher como companheiro conjugal alguém que seja o mais possível parecido conosco. Afinidades de 100% são impossíveis, mas dá para ser feliz com cerce de 75% de afinidade. Mas zero de afinidade é se atirar no precipício da discórdia.

Pensem nisso. Sejamos mais racionais e escolhamos entre os que amamos, alguém que tenha afinidade. Vai ser melhor para todos. Afinal, a gente se une para ficar junto e não para ficar cada um em seu canto.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O que significa Sugar Daddy?

Muito se fala em "Sugar Daddy", o "Papai Açúcar". Mas realmente o que significa este termo e como atua este tipo de pessoa? Sugar Daddy é uma forma estranha de relacionamento entre um homem muito idoso e uma mulher muito jovem. É algo meio secreto, quase ilegal, socialmente reprovável, que não pode ser assumido publicamente. Consiste no seguinte: um homem idoso, geralmente muito rico ou financeiramente estabilizado, paga uma jovem mulher (Sugar Baby), esta necessitando de alguma ajuda financeira ou impulso para a vida profissional.  Normalmente, a relação da Sugar Babby com o seu Sugar Daddy é distanciada, não somente pela falta de afinidade óbvia entre ambos, mas pelo relacionamento ser uma farsa, na verdade um acordo profissional em que um paga e outro recebe. Como em qualquer acordo selado por contrato (neste caso, a certidão de casamento). A Sugar Baby pode ter a sua vida normal sozinha, até tendo namorados, que não podem ser publicamente assumidos, curtindo a s...

Mulher só quer protetor/provedor. O resto não interessa

Enquanto os homens vão caminhando para a frente na evolução intelectual/sentimental, as mulheres vão na contramão e estão dispostas a retornarem aos velhos tempos do puro instinto primitivo, abrindo mão de raciocínio e do sentimento na escolha de seus parceiros. Visitando vários sites na internet, entende-se o comportamento apático que as mulheres resolveram assumir nos últimos tempos, num total desamor e aumento das exigências, muitas vezes inúteis. Para elas, não interessa mais o homem-companheiro. Agora elas querem cada vez mais o provedor/protetor, igualzinho a maioria das espécies animais. Eu disse maioria? Sim, meus caros amigos. Há espécies de animais, sobretudo entre algumas aves e peixes, em que as fêmeas não se limitam a escolher o trouxa que vai pagar pelas inúteis joias e protegê-las de perigos fictícios. Uma vergonha para a espécia humana. O interessante que ao mesmo tempo que elas são excessivamente exigentes nos aspectos relacionados com o macho provedor/pro...

Estatísticas omitem que maioria feminina só ocorre na faixa acima dos 65 anos

Há um mito consagrado na opinião pública de que as mulheres são maioria. Isso satisfaz o machismo  pois a teoria trata as mulheres como objetos e como tais, devem existir em abundância, como mercadorias a disposição da freguesia masculina.  Mas isso é mero mito e mesmo que os dados sejam reais, um aspecto importante é omito das estatísticas: o de que a maioria feminina só se encontra na faixa etária acima dos 65 anos, consagrada pela sociedade como uma faixa tradicionalmente descartada para a vida afetiva. Nas outras faixas, é nítida a maioria masculina, o que justifica o fato da maioria esmagadora das mulheres estar comprometida. Entre os 25 e 65 anos, é praticamente impossível um homem encontrar uma mulher solteira e disposta a se relacionar com alguém. O excesso de homens facilita o excesso de relacionamentos estáveis e de matrimônios.  O excesso feminino na faixa acima dos 65 anos se justifica pelo fato da maioria dos homens morrerem nesta faixa etária ...