Pular para o conteúdo principal

O senso comum quer fazer você acreditar que a maioria das mulheres é de solteiras. Mas isso não é verdade

O senso comum sempre defendeu o mito falso de que a maioria das mulheres em idade afetiva (entre 15 e 65 anos) é de solteiras. Visando objetivos turísticos (o machista turismo sexual ainda rende muito dinheiro), é importante para machistas capitalistas fazer propaganda para atrair trabalhadores e investidores que, atrás de sexo fácil, se estabilizam para supostamente movimentar a economia.

Mas a realidade é que nesta faixa etária a maioria esmagadora das mulheres está mais do que comprometida. Há um tempo se revelou que a maioria das pessoas no planeta é do sexo masculino, do contrário do que se pensava. E mesmo em locais onde a maioria é feminina, as mulheres pertencem a faixas etárias não-afetivas (infância e velhice). 

Para os homens que chegaram aos 20 anos sem estabilizar a vida afetiva, é nítida a queda brusca de opções de mulheres para iniciar um relacionamento. Ainda vivemos numa humanidade religiosa, que reprova o amor livre e obriga as mulheres a serem propriedades privadas de certos homens. É aí em que as mulheres se casam, se tornando exclusividade de alguns felizardos nem sempre bem intencionados.

A nossa sociedade burocrática estabeleceu um prazo-limite para a corrida pela estabilização da vida amorosa, na faixa dos 20 anos. Depois disso as coisas se complicam e os retardatários tem que se contentar com as opções que restam ou esperar que algum casal se desfaça, por algum motivo. O que se sabe é que as mulheres na faixa que se que situa entre as idades de 15 a 65 anos estão majoritariamente comprometidas.

Não é preciso ser pesquisador nem intelectual para perceber isso e mostra mais um falso mito entre tantos de uma sociedade que adora acreditar em mentiras para se sentir bem, se esquecendo que a realidade é muito mais dura do que alguém é capaz de pensar.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O que significa Sugar Daddy?

Muito se fala em "Sugar Daddy", o "Papai Açúcar". Mas realmente o que significa este termo e como atua este tipo de pessoa? Sugar Daddy é uma forma estranha de relacionamento entre um homem muito idoso e uma mulher muito jovem. É algo meio secreto, quase ilegal, socialmente reprovável, que não pode ser assumido publicamente. Consiste no seguinte: um homem idoso, geralmente muito rico ou financeiramente estabilizado, paga uma jovem mulher (Sugar Baby), esta necessitando de alguma ajuda financeira ou impulso para a vida profissional.  Normalmente, a relação da Sugar Babby com o seu Sugar Daddy é distanciada, não somente pela falta de afinidade óbvia entre ambos, mas pelo relacionamento ser uma farsa, na verdade um acordo profissional em que um paga e outro recebe. Como em qualquer acordo selado por contrato (neste caso, a certidão de casamento). A Sugar Baby pode ter a sua vida normal sozinha, até tendo namorados, que não podem ser publicamente assumidos, curtindo a s...

Mulher só quer protetor/provedor. O resto não interessa

Enquanto os homens vão caminhando para a frente na evolução intelectual/sentimental, as mulheres vão na contramão e estão dispostas a retornarem aos velhos tempos do puro instinto primitivo, abrindo mão de raciocínio e do sentimento na escolha de seus parceiros. Visitando vários sites na internet, entende-se o comportamento apático que as mulheres resolveram assumir nos últimos tempos, num total desamor e aumento das exigências, muitas vezes inúteis. Para elas, não interessa mais o homem-companheiro. Agora elas querem cada vez mais o provedor/protetor, igualzinho a maioria das espécies animais. Eu disse maioria? Sim, meus caros amigos. Há espécies de animais, sobretudo entre algumas aves e peixes, em que as fêmeas não se limitam a escolher o trouxa que vai pagar pelas inúteis joias e protegê-las de perigos fictícios. Uma vergonha para a espécia humana. O interessante que ao mesmo tempo que elas são excessivamente exigentes nos aspectos relacionados com o macho provedor/pro...

Estatísticas omitem que maioria feminina só ocorre na faixa acima dos 65 anos

Há um mito consagrado na opinião pública de que as mulheres são maioria. Isso satisfaz o machismo  pois a teoria trata as mulheres como objetos e como tais, devem existir em abundância, como mercadorias a disposição da freguesia masculina.  Mas isso é mero mito e mesmo que os dados sejam reais, um aspecto importante é omito das estatísticas: o de que a maioria feminina só se encontra na faixa etária acima dos 65 anos, consagrada pela sociedade como uma faixa tradicionalmente descartada para a vida afetiva. Nas outras faixas, é nítida a maioria masculina, o que justifica o fato da maioria esmagadora das mulheres estar comprometida. Entre os 25 e 65 anos, é praticamente impossível um homem encontrar uma mulher solteira e disposta a se relacionar com alguém. O excesso de homens facilita o excesso de relacionamentos estáveis e de matrimônios.  O excesso feminino na faixa acima dos 65 anos se justifica pelo fato da maioria dos homens morrerem nesta faixa etária ...