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Onda de grávidas na classe confirma: jornalistas são as mulheres mais desejadas do país

Uma propaganda de cerveja continua a mostrar aquilo que há muitos anos não acontece no Brasil: uma calipígia musa, daquelas que "mostram demais" em notas nos sites de fofocas, aparece chamando a atenção dos homens que a desejam citando o bordão "vem, Verão". O que acontece nesse anuncio é passado arcaico.

Todo mundo sabe que médicas e jornalistas são as mulheres mas desejadas do país, mas finge não saber, preferindo transferir este título para dançarinas de programas de auditório e "modelos" de coisa nenhuma. Talvez as médicas e jornalistas estejam tentando manter a sua privacidade ao se recusar a assumir uma realidade que é amplamente visível e inquestionável.

Já reparou que é praticamente impossível médicas e jornalistas solitárias? Parece que há um fetiche nos homens para se casarem com essas mulheres. É monstruosa a quantidade de mulheres casadas que pertençam a essas duas classes profissionais.

E apareceram mitas jornalistas grávidas num curo período. E não pensem que as grávidas jornalistas tiveram gravidez por inseminação artificial. Todas, sem exceção, são propriedade privada de felizardos nada humildes que tiveram a sorte ou a cara de pau para conquistá-las (ou comprá-las? Decidam!).

Jornalistas e médicas possuem um perfil que já é considerado preferido para a maioria dos homens: o da mulher independente, inteligente e discreta, de boas referências culturais e  postura elegante.

As candidatas a Miss Bum Bum devem se contentar em se envolver com analfabetos estivadores ou  se limitar a chamar seus sobrinhos de "paixão". Não é mais dessas calipígias que os homens querem saber hoje em dia.

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