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É possível que mulheres continuem sendo interesseiras mesmo com renda própria

Muitos manginas - aquele tipo de homens ingênuos que vive defendendo as mulheres muito mais pelo medo de não poder tê-las do que por concordar com ideais feministas, vivem dizendo que não existem mais mulheres interesseiras. Argumentam que todas se casam por amor porque as mulheres estão no mercado de trabalho, ganhando seus próprios salários. Tolinhos.

Não sabem eles que a lógica não impede que as mulheres continuem interesseiras, mesmo tendo sua própria fonte de renda. Quer uma prova de que isso é possível? Nem é preciso pensar muito para entender isso.

Sabe-se que para uma pessoa normal, que cuida de sua sobrevivência e da plena satisfação de seus interesses, que possui ambição, quanto mais dinheiro entrar, melhor. Todo mundo pensa assim.

Uma mulher que ganhe R$ 5.000,00 por mês, por exemplo, obviamente vai ficar contente em saber que conheceu um homem que ganha três vezes mais e vai tentar convencê-lo a dar a sua parte da grana para ela, em troca de chantagens ou de processos na justiça.

A maior parte dos relacionamentos na verdade é por interesse. O que se observa é que os homens que se dão melhor na conquista não possuem qualidades marcantes em suas personalidades que justifiquem o nascimento de um sentimento de afeto por parte das mulheres, que permanecem com eles, inclusive em relacionamentos duradouros, mais por dependência material do que por amor, que cá pra nós, é uma utopia e nossa cada vez mais decadente sociedade.

Ah, e mesmo que homens sejam bonitos e jovens, os relacionamentos por interesse ainda existem, pois numa sociedade onde os instintos ainda predominam, nenhuma mulher quer se envolver com um galã pé-rapado. Bonitões, sinto muito, mas infelizmente suas carinhas lindas também não possuem valor. Peçam demissão de seus empregos para ver se elas vão continuar com vocês. Experimentem.

Outra coisa: pesquisas comprovam que é muito mais comum haver relacionamentos por interesse justamente entre as mulheres que ocupam profissões de prestígio (médicas, jornalistas, atrizes) e ganham muito dinheiro. As que ainda afirmam casar por amor, por incrível que pareça, são mais fáceis encontrar entre as pobres e desempregadas, sobretudo e bairros periféricos cidades interioranas.

Lembrem-se: quanto mais dinheiro melhor. Se elas ganham, querem ganhar cada vez mais.

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